A casa parecia mais silenciosa do que nunca naquela manhã. Talvez fosse apenas a contrapartida natural de um dia anterior tão leve — a quietude que segue momentos de paz, como se o tempo se recolhesse para não interferir. Eleanor, no entanto, sentia-se diferente. Não era só mais leve: havia algo em seu peito que se assemelhava a um fio de coragem. Frágil, sim. Mas real.
Depois de preparar seu chá, subiu até o antigo quarto de Vivienne. A luz da manhã atravessava as cortinas finas e se espalhava