Ayla gritou, pensou que sua vida acabara ali, mas... o corpo do homem tombou para frente e como uma árvore cortada, veio ao chão.
— Ayla! — Felipe exclamou preocupado. Se aproximou dela e a abraçou. — Estou aqui. Estou aqui! — Seu coração batia forte, descompassado. Teve medo, o pânico o dominara no exato momento em que viu Ayla sob a mira de uma arma. — Caio, onde está meu filho?
— É seguro? Pois estavam atrás dele. — Ela temeu que o perigo ainda os espreitasse.
— Sim. Meus homens cuidaram de tudo. Vamos apenas sair daqui.
Felipe puxou a cortina e jogou sobre o homem. Fez isso sinalizado por Ayla para que Caio não visse o corpo.
Ayla se colocou de pé e limpou o rosto. Ensaiou um sorriso antes de tirar os livros da tampa do baú e abri-lo.
— Caio, a brincadeira acabou! Parabéns! Você venceu. — Ela disse ao levantar o menino do meio dos vários brinquedos.
Ele olhou o pai que escondeu a arma atrás de si.
— Então você estava aí? Te procurei pela festa inteira. — Felipe falou entrando na b