O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor, quebrado apenas pelo grito desesperado de Ayla vindo da porta.
O mundo pareceu parar. Ducan, com a arma na mão, é um sorriso sardônico pelo que fez.
— Matei a todos com um único tiro. — Riu do seu feito.
— Ninguém os salvará agora! — gritou ele, a voz rouca e descontrolada.
Omar, que já tinha a mão na arma, não hesitou. Seu coração disparou como um tambor de guerra, o sangue fervendo nas veias. Ele sacou a pistola em um movimento fluido, anos de treina