Ayla correu para o lado da amiga, as mãos tremendo ao ver o sangue se espalhando pelo chão. Caio chorava no colo de Felipe, o rostinho enterrado no pescoço do pai.
— Luna... aguenta, amiga... por favor... — ela suplicou, as lágrimas caindo sem parar. — Você vai ficar bem... eu prometo.
George, ainda de pé apesar da fraqueza, pegou o telefone com mãos trêmulas.
— Chamem uma ambulância! — ordenou aos seguranças que entravam correndo. Mas então, parou. Seus olhos se encheram de um pavor profundo.