— Acha que vai dar certo? — Caio perguntou baixinho, espiando por entre as grades do corrimão do segundo andar, os olhinhos brilhando de curiosidade e esperança.
Luna, ajoelhada ao lado dele, passou o braço ao redor dos ombros pequenos e apertou-o contra si.
— Acho, meu amor — respondeu ela, com a voz suave e cheia de ternura. — Os seus pais se amam muito. E amam muito você. Às vezes os adultos brigam, mas quando o amor é de verdade... ele sempre encontra o caminho de volta.
Caio virou o rostin