Tudo parecia em paz na mansão Demirkan. As refeições voltaram a ser momentos de união, os risos de Caio ecoavam pelos corredores, e Ayla e Felipe, embora ainda caminhando sobre ovos, trocavam olhares que carregavam promessas silenciosas de reconstrução. Mas havia uma sombra que ninguém conseguia ignorar: Ducan sumira durante dias. Usara como desculpa os trabalhos da máfia, reuniões em cidades distantes, negociações que exigiam sua presença, mas George, Felipe e Omar alimentavam dúvidas que cresciam como veneno lento.
Era um sábado ensolarado. A mesa do café da manhã estava posta no jardim interno, com pães frescos, queijos, azeitonas, chá preto forte e o aroma doce de baklava recém-feito. Luna parecia morar na casa, sua presença era constante agora, e ninguém questionava, Omar então, se agradava da companhia de dia e de noite. Ela brincava com Caio, passando geleia no pão dele enquanto o menino contava, pela décima vez, como o papai o salvara “como um super-herói”.
A porta principal s