Enquanto Ayla e Felipe desafogavam as preocupações com Caio, e pensavam se cediam ao desejo ou não. Omar voltara ao pequeno apartamento.
Ele sorriu ao ver a luz acesa. Luna com certeza estava em casa.
Omar arriscou indo até lá, pois Luna poderia estar no hospital, de plantão, na verdade, por tê-la visto no dia anterior, ele pensara isso, contudo para sua sorte ela estava ali e melhor, para sorte dela ele resolveu arriscar a visita.
Omar subiu a pequena escada e tocou a campainha, com um misto de ansiedade e expectativa, até mesmo desejo dançara dentro dele, passou as mãos no cabelo, arrumando-os um pouco. Sorriu ao ouvir o clique da porta sendo destravada.
— Omar? O que faz aqui? — A recepção foi fria, quase como se ele não a quisesse ali. Lun olhou para trás e depois se voltou para ele.
— Está tudo bem? Pensei que ficaria feliz em me ver. — Ele tentou aproximar sua mão do rosto dela, mas Luna se esquivou do toque. Algo não estava bem. — Luna, o que foi?
— Omar, é melhor você ir embor