“Eu te amo, Ayla. Mais do que tudo. Mais do que minha própria vida. E eu vou esperar… o tempo que for preciso. Mas não me peça pra parar de lutar por nós. Porque isso eu não consigo.”
As palavras de Felipe ainda rodavam na cabeça de Ayla. Seu coração estava grato por ter Caio de seguro ao seu lado ao mesmo tempo que quando fechava os olhos se lembrava de cada lágrima derramada ao pensar que seu bebê havia morrido.
Assim que o dia amanheceu, Ayla ligou para Luna. Queria não apenas dar notícias a amiga, mas avisar que naquele mesmo dia estaria voltando para o pequeno apartamento.
— Alô... — A voz de Luna estaba animada. Ouviu-se um pequeno riso na ligação.
— Luna, aqui é a Ayla. Quero conversar com você.
— Amiga, algum problema? — Luna perguntou preocupada.
— Não... É só... Eu vou terminar de arrumar minhas coisas e voltar para a sua casa. Não será por muito tempo, eu só não posso ficar aqui com o Felipe.
— Mesmo? Hoje? Tem certeza? — A voz de Luna parecia hesitante, como se ela não qui