A mansão estava silenciosa demais.
Dante permanecia sentado na sala, o corpo largado no sofá como se estivesse descansando, mas nada nele estava realmente relaxado. Um braço apoiado no encosto, a outra mão fechada em punho sobre a perna, os olhos fixos em um ponto qualquer à frente.
Kian já dormia havia horas.
O cheiro do filho ainda estava no ar, misturado ao da casa, à madeira antiga, à floresta do lado de fora. Normalmente, aquilo o acalmava. Normalmente, o silêncio da noite era um alívio.
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