Mundo ficciónIniciar sesiónEira é uma jovem Ômega que carrega uma maldição desde a infância. Só poderá quebrá-la se um Alfa a escolher como sua parceira destinada. Mas… quem estaria disposto a sacrificar sua reputação e se condenar a uma vida de desgraças por ela? Ela sabia bem: ninguém. No entanto, havia outra forma de se livrar do seu destino — encontrar o que as fadas haviam perdido: um artefato mágico capaz de conceder um único desejo. Minhos também é uma figura envolta em lendas. Um Alfa incomum, com traços vampíricos que o tornaram um General cruel e impiedoso. Seu destino cruza com o de Eira, e o que começa como uma simples obsessão pelo “sabor” da jovem logo se transforma em uma caçada onde ele não permitirá que ela escape facilmente.
Leer másCapítulo 28Um fio invisívelZariah estava exultante após a decisão tomada entre sua família e os Valmont. Era tudo o que ela havia esperado e desejado desde que conheceu o musculoso homem de cabelos brancos. Em sua mente, já imaginava como seriam seus filhos, que tipo de poderes nasceriam daquela união.Em Lilles, as alianças entre reinos poderosos eram comuns, mas essa seria a primeira vez que um príncipe Alfa se casaria com uma princesa elfa. Embora o Reino Élfico contasse com numerosas princesas, ela vinha de uma das famílias mais influentes.—Logan! —exclamou com entusiasmo. — Agora poderei usar meus dons para o benefício de ambos os reinos.—Se não tentar me matar no processo —replicou ele com um toque de sarcasmo.
Capítulo 27Honestidade?—Estou realmente ocupado. Saia daqui agora mesmo. Não me incomode mais. Mas se você ousar fugir… aí sim estará em apuros. Não pretendo ir te buscar uma segunda vez. —A voz de Minhos soou ameaçadora enquanto a empurrava para fora da sala.Eira não conseguia parar de pensar em uma coisa: por que aquele lobo não a temia? Ele a havia tocado como se nada fosse, como se ela fosse… normal.“Deve ser a Luna. Assim como ela me ajudou… talvez possa tirar essa maldição de mim.”—Você viu a Luna? —perguntou, com os olhos ainda cheios de lágrimas.
Capítulo 26Um reclamo em vãoEira ficou sentada em um sofá, esperando a chegada daquele homem que a havia enganado, e então o confrontaria pelo que fez. Sempre quisera fugir de Logan, de sua crueldade, e, ao que parecia, finalmente conseguira. Mas antes disso, Eira desejava voltar à cabana, onde guardava um livro que lera e conhecia de cor. Era o lugar para onde queria ir, para se livrar de sua maldição.—Ei, Luna… você acha que o Reino Humano ainda existe?—Pode ser… —respondeu Luna, encolhendo-se enquanto se acomodava sobre uma das almofadas.—Bem, eu só vi mestiços, os Edhiles, mas são raros —mencionou E
Capítulo 25Não vou rejeitá-la.Na mansão dos Valmont, Logan sentiu um vazio incômodo, como se algo vital lhe faltasse. O laço com Eira, por mais que tentasse negar, ainda estava presente. Mas desta vez… ele não conseguia percebê-la. Não havia cheiro, não havia energia. Nada. E isso o abalou por dentro.Ele precisava vê-la. Assegurar-se de que ela ainda estava lá. De que não havia escapado.Porque, embora pensasse em se casar com uma Alfa —uma decisão lógica, política, necessária—, não conseguia parar de se obcecar por Eira. Ela era sua destinada, embora a odiasse, embora sua mera existência pesasse como uma maldiç&ati
Capítulo 24Não vou deixá-la ir.Nos arredores de Lilles, Minhos participou de uma reunião com outros Generais de Du Sang. Gabriel o acompanhou pouco depois que levaram Eira.—Precisamos saber se Lilles respeitará o acordo, e queremos que se juntem a nós —exclamou o velho lobo Alfa, com uma voz áspera e presença imponente.—Lutar contra Mikros não é simples. Décadas se passaram e eles ainda não cederam terreno —respondeu Minhos com um tom sereno, mas firme.—É por isso que seu pai te enviou. Você deve estabelecer um laço com Lilles. Você e o herdeiro têm a mesma idade, poderiam se dar bem perfeitamente. Dê a ele o que ele quiser: ouro, mulheres, terras… qualquer coisa —acrescentou o ancião.Minhos escutou em silêncio. Não demonstrou nenhuma emoção.—Está bem. Deixem isso em minhas mãos. Agradeceria se parassem de interferir nas minhas funções —disse com frieza, sem se preocupar com os olhares que os presentes lançavam.Gabriel o olhou, surpreso. Ninguém falava assim com um superior en
Capítulo 23Não é um camponês, é um GeneralEira se sentiu perfeitamente bem. Aquela sensação era tão incomum que, por um momento, um pequeno sorriso apareceu em seu rosto. Mas ao se aproximar da janela, a dúvida voltou: como desceria dali?—Bem… entendo seu entusiasmo, mas eu não poderei pular daqui —disse, dando um passo para trás, enquanto observava a altura.A pequena felina, sentada tranquilamente no parapeito, olhou primeiro para Eira e depois para baixo, como se avaliasse o risco com precisão.—Diga-me Luna —disse de repente, com uma voz suave, mas firme. — Gosto desse nome, é por isso que me chamam assim.—Está bem, Luna —respondeu Eira, ainda com espanto na voz.—Bem… não se assuste —acrescentou a gata—, mas vou ficar grande por um momento.Antes que Eira pudesse dizer algo, uma rajada de luz envolveu o corpo do pequeno animal. Em questão de segundos, a felina havia crescido até assumir a forma de uma besta majestosa, semelhante a um tigre, mas com uma pelagem longa e branca.
Último capítulo