Na manhã seguinte, eu mal havia tocado no café da manhã quando Lilian entrou no meu quarto como um furacão. Ela fechou a porta com um estrondo e se jogou na cama ao meu lado, os olhos brilhando de uma curiosidade que me fez gelar a espinha.
— VocĂŞs o quĂŞ? — Lilian perguntou, sem conseguir conter a felicidade que transbordava em cada sĂlaba. — VocĂŞ chupou mesmo o pau do Dominic?
— Fala baixo! — murmurei, tapando a boca dela com a mão, o coração disparado. — Paredes têm ouvidos. Ninguém pode sa