Mundo de ficçãoIniciar sessãoQuando Byanka flagra seu noivo com outra discurso nenhum resolve. Ela ergue a panela e aplica um “toc” cirúrgico na cabeça do noivo. E quando ele desmaia ela foge antes que a sala vire tribunal da Bratva e ela vire o almoço. Na rota de fuga, aparece Matteo Rizzo — capo italiano de terno impecável, paciência curta e um “manual” próprio. Item 1: capturar Byanka. Item 2: chamar ela de “noiva”. Item 3: regras servidas com a naturalidade de um expresso. Ele jura “proteger”; mas ela chama de sequestro com vista. Resultado: a casa vira um tabuleiro. A cozinha? Trancada (utensílios banidos por motivos óbvios). Corredores? Cheios de câmeras que parecem plateia. As “ameaças” de Matteo soam suspeitosamente como cantadas e as respostas de Byanka vêm carregadas de ironia e mapas de fuga rabiscados mentalmente. Enquanto a Bratva afia o contra-ataque, os dois negociam em pé de guerra. Ela exige porta destrancada, banho sem escolta e uma cláusula “zero frigideiras”. Ele oferece segurança e um último voto muito específico: “não fugir”. O clima alterna entre faísca e faísca — só muda o motivo. No fim, o jogo é simples e cruel: quem piscar primeiro perde. E, para evitar recaídas culinárias, fica o aviso do capo: quem encostar em qualquer frigideira… dorme sem sobremesa.
Ler mais— MATTEO Fazem dois dias que não a vejo, mas que a observo como um maldito psicopata através das câmeras instaladas em seu quarto, dois malditos dias que a vejo acordar, levantar, se espreguiçar e ficar encarando o nada como uma maldita maluca. Ela ainda não percebeu, mas o quarto onde está pertence a mim, os lençóis que ela se esfrega todas as noites pertencem a mim, o travesseiro que ela funga antes de dormir contém o meu cheiro, ela está se viciando em mim aos poucos e nem percebeu.Atualmente eu tenho dormido em um dos quartos extras, ainda não quero assustar minha pequena boneca, não mais do que eu já fiz pelo menos. — BYANKA— Mas o que… — eu tento falar, mas Giulia apenas acena a cabeça negativamente para mim e vem em minha direção me abraçar.— Felicidades ao casal, benvenuto in famiglia e mi dispiace per questo. — ele sussurra baixinho em meu ouvido e se despede com um beijo em minha bochecha.Matteo observa a nossa interação em silêncio, mas seus olhos perderam o brilho assassino que continham a poucos segundos atrás, como se nunca tivessem existido.Giulia sai rapidamente da sala, mas para a porta ao dizer:— Posso emprestar algumas roupas minhas QUE HOMEM DOIDO
— BYANKA O babaca esquentadinho me puxa pelo braço como se eu fosse uma maldita boneca de pano, leva tudo de mim para que eu continue mantendo a linha de boa prisioneira, mas minha paciencia não é de ferro, puxo meu braço do seu aperto e ele praticamente rosna para mim como um maldito cachorro raivoso. — Qual é o seu maldito problema comigo? — eu pergunto com raiva.— Você não significa nada para mim, bambola. — ele me chama de boneca da mesma forma que Matteo, mas com desprezo pingando em sua voz. — MATTEOA viagem transcorreu relativamente bem até a Itália, de lá deixamos o jatinho fretado para entrarmos no nosso e ir até Arezzo, onde nossa casa está localizada, perto o bastante de Florença e de Roma, no meio exato entre os dois para que possamos ir de um local ao outro sem ter nenhum problema.Byanka sempre colaborando de forma misteriosamente tranquila, sem reclamar muito, apenas de coisas triviais como o frio, mas para quem estava na Rússia o frio da Itália não se compara a nada.— Quer se trocar antes do nosso casamento, querida? Talvez você queira colocar algo mais apresentável. — eu pergunto a ela com um sorriso.Não que eu realmente vá me casar cMINHA NOIVA E MINHA FAMILIA
— MATTEOEstranho, observo Byanka subir os degraus do nosso jatinho e me surpreendo por ela não gritar, não xingar ou tentar escapar de nossas mãos, ela com certeza não é conhecida pelo seu temperamento tranquilo ou por sua boa vontade de cooperar.Nesses poucos dias que estou com ela eu tive a completa certeza que essa dannazione tem sangue italiano nas veias, é impossível uma mulher como ela ser completamente russa, é surtada demais para isso.Sou o último a entrar no jatinho que Dário alugou, na verdade não foi ele que alugou diretamente, mas sim um dos nossos soldados russos infiltrados, um russo com alma italiana que sempre serviu muito bem ao meu pai e q
REGRAS DO JOGO— MATTEO Eu já sabia o que iria acontecer antes mesmo que ele chegasse em casa, sabia que mamãe havia contado para ele, mesmo que eu tivesse implorado e chorado aos seus pés pedindo que não contasse nada, mas ela estava tão chateada comigo que não me ouviu. Então quando ela ligou para ele eu corri para meu quarto, eu sabia que não tinha onde me esconder, eu sabia que meu pai me encontraria, mas no meu quarto pelo menos podia fechar os olhos, podia fingir que nada daquilo aconteceu, que nada iria acontecer. Eu me jogo na minha cama e bato na minha cabeça
Último capítulo