Mundo ficciónIniciar sesiónOs Menegaços são uma família bilionária do ramo hoteleiro. Você vai conhecer a história de cada um dos CEO`s Menegaços. Draiton irmão mais novo do CEO geral da empresa, não quer relacionamento sério e frio, mas também não está a busca da esposa perfeita, ele só quer gerir a sua empresa e deixar as coisas acontecerem, mas a pressão da família para que ele tenha uma esposa, faz ele propôr a prostituta Melissa que finja ser a noiva dele. O que começou como uma brincadeira, será que pode ficar sério? (...) Dante Menegaço, é o filho mais velho de Drayson e sobrinho de Draiton. Ele é o orgulho do pai. Drayson quer pular o irmão Draiton e passar a presidência para Dante. Dante já tem a família perfeita, uma esposa e um filho, é controlador e seu maior problema é a melhor amiga de sua esposa, ele a detesta. Um acidente grave destrói a família de Dante, matando su esposa, e é Sharon a amiga que ele não suporta, que irá ajudar sendo a babá do filho dele. Mas ele será um viúvo arrogante que não saberá dar valor ao sacrifício de Sharon. Será que em algum momento o amor irá florescer? (...) Denner é responsável apenas com a empresa, o filho do meio de Drayson Menegaço, só quer saber de farra e colecionar mulheres, tudo vai mudar quando ele se apaixonar pela única mulher que lhe disse não, a camareira Ingrid de um dos hotéis de sua família. Será que em algum momento Denner terá o seu sim, da parte de Ingrid? O CEO e a Prostituta O Viúvo Arrogante e a babá que ele não queria O CEO Pervertido Venha conferir essas histórias de CEO interligadas e de casais apaixonantes.
Leer másDenner Menegaço… O delegado afirmou que quem estava com a Ingrid havia seguido pela ponte, no sentido de saída de Florença. Minha mãe levou o Valentim para a casa da avó, poupando-me de ter que explicar ao garoto que eu não fazia ideia do paradeiro da mãe dele. A certeza que eu tinha mais cedo, de que tudo ficaria bem, foi se esvaindo pouco a pouco, e agora minha cabeça pesava apenas de preocupação. Saí do elevador já dentro do meu apartamento. Pelo aroma no ar, soube que minha mãe havia vindo para cá. — Não precisava fazer jantar, não estou com fome — falei assim que entrei. — Justamente por isso que eu precisava fazer. Eu tinha certeza de que você não iria comer. A Ingrid só tem você para ajudá-la, e você precisa estar bem para isso. Me dá um beijo, vai tomar um banho e depois vem jantar — minha mãe ordenou, naquele tom firme que não admitia contestação. Só me restava obedecer. Não adiantaria explicar à Glória sobre o nó que se formara na minha garganta. Ela não se daria por
Denner MenegaçoNão adiantava.Não adiantava chantagem emocional, não adiantava usar o nome do Draiton — um tio que eu respeitava e de quem gostava de verdade. Eu não iria àquele casamento. Ponto final.Meu pai tentou. Mandou uma carta longa, piegas, cheia de palavras que, anos atrás, talvez tivessem algum efeito. Hoje, só me deram náusea. Quase respondi por mensagem, dizendo para ele enfiar a carta e aquela falsidade toda no cu. Só não fiz porque Ingrid estava por perto, e eu não queria que ela visse esse lado meu — o lado que ainda sangra.O que ficou entalado na garganta nunca foi o silêncio dele. Foi a tentativa nojenta de me persuadir a não me casar com Ingrid, como se fosse um favor. Como se estivesse me protegendo. Tentou diminuir a origem dela, o passado humilde, o fato de ter sido camareira.Como se isso a tornasse menor.Ele deve achar que eu não sei quem eu sou. Deve achar que ignoro que também sou filho de uma camareira. A diferença é que ele quis a minha mãe para usar. Eu
Dante Menegaço Milão amanhecia cinza quando o convite chegou. O envelope pesado, elegante, com o brasão da família Menegaço em relevo, destoava da simplicidade do meu apartamento. Abri devagar, como se o papel pudesse morder. O nome de Draiton saltou aos meus olhos e, por um instante, fui atravessado por lembranças que eu vinha evitando: Playa Rosa, o mar batendo nas pedras, o riso do meu tio, os verões que pareciam eternos antes de tudo se quebrar. Eu gostava de Draiton. Sempre gostei. E amava Playa Rosa como se fosse uma extensão do meu próprio corpo. Mas não estava pronto. Não para perdoar. Não para sentar à mesma mesa que minha mãe, Bárbara. Não para fingir que meu pai e Drayson não haviam sido parte do silêncio, da omissão, das feridas que ainda ardiam. Eu queria paz. E paz era tudo o que eu não tinha quando me aproximava deles. Respirei fundo, sentei-me à mesa da cozinha e peguei o celular. Escrevi para meu tio com honestidade — a única forma que eu conhec
Melissa Menezes Eu estava furiosa. Furiosa daquele tipo que faz a gente apertar o celular com força demais, como se ele tivesse culpa. Draiton tinha simplesmente pedido — com aquela voz calma, controlada e irritantemente segura — que eu fosse encontrar um cliente no Cristo Redentor. No Cristo. Redentor. Como se aquilo fosse um café qualquer. O Hotel Menegasso, no Centro do Rio, mas preciso no Corcovado, tinha restaurantes impecáveis, salas reservadas, vista para a Baía de Guanabara, serviço impecável. Ele podia ter marcado em qualquer um deles. Mas não. Resolveu me tirar do ar-condicionado, do salto confortável, da lógica, e me mandar para o ponto turístico mais visitado do país. — Esse homem só pode ter perdido o juízo — murmurei, ajeitando os óculos escuros enquanto o carro subia a estrada sinuosa do Parque Nacional da Tijuca. O verde me cercava por todos os lados. A mata atlântica viva, úmida, pulsante. O cheiro de terra molhada, folhas, vento. O Rio tinha essa capaci
Chegamos ao fim do último romance da família Menegaço e espero que tenham gostado. Agora só vamos colar os cacos dessa família partida e fechar o que ficou aberto, teremos apenas mais 6 capítulos. Obrigada por chegarem até aqui. ❤️🩹
Ingrid Danielle… SETE MESES DEPOIS… Era um sonho. Ela estava nos meus braços. Um sonho que durava pouco, porque eu já não sabia quem era mais grudento: Glória, minha mãe, ou Denner. O lado ruim de hospital de bacana é esse — não há restrição de visitas — e eles parecem não ter outra coisa para fazer além de ficar ali, discutindo o nome da minha filha e quem iria nos levar para casa, naquele hospital luxuoso de Florença. — O Denner tem direito, cara, Irani — Glória reclama. — Ele é o pai da menina e “namorido” da Ingrid. — Ingrid, o nome da minha neta é Ingrid — minha mãe contesta. Eu já conseguia prever: a qualquer momento Denner entraria por aquela porta dizendo que a filha dele se chamava Fany. — Vocês podem parar de brigar pela minha filha?! — Não estamos brigando. Sua mãe é que insiste em chamar a Ariane de Ingrid. Eu aceito Ariane Ingrid de Paula… digo, de Danielle Menegaço — Glória rebate. — É mesmo, Glória! — minha mãe alfineta. — Tem que enfiar o Fany aí nesse meio tam





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