Ingrid Danielle…
SETE MESES DEPOIS…
Era um sonho. Ela estava nos meus braços. Um sonho que durava pouco, porque eu já não sabia quem era mais grudento: Glória, minha mãe, ou Denner. O lado ruim de hospital de bacana é esse — não há restrição de visitas — e eles parecem não ter outra coisa para fazer além de ficar ali, discutindo o nome da minha filha e quem iria nos levar para casa, naquele hospital luxuoso de Florença.
— O Denner tem direito, cara, Irani — Glória reclama. — Ele é o pai da m