Sarah bateu suavemente à porta do quarto, equilibrando uma bandeja de prata onde repousavam uma xícara fumegante de café forte, pão fresco, frutas e um pequeno pote de geleia caseira. Quando entrou, encontrou o antigo Don, recostado em sua cadeira, o semblante duro de sempre suavizado pela fraqueza dos dias.
— Como o senhor está hoje? — perguntou com aquele tom doce e firme que lhe era natural.
O velho Don levantou os olhos, surpreso.
— Minha filha… o que está