Enzo passou a mão no rosto, ainda atordoado. A voz saiu rouca, como se tivesse um nó na garganta:
— É, primo, eu não sei se essa mulher é cigana, se é humana, se é bruxa… ou o quê que ela é. Mas ela falou coisas que só eu, você e o Mateu sabíamos. Só nós três e o tio.
Mateu arregalou os olhos, o maxilar travado.
— A tia está morta… — murmurou, incrédulo. — Como ela poderia saber?
Enzo olhou para os dois, a expressão marcada por arrependimento.
— Então é