— Pelos céus, não me assuste desse jeito!
— Sorte sua que sou eu. — Dila entrou com um balde cheio de ítens de limpeza e um espanador embaixo do seu braço.
Coloquei a colher de volta no prato e voltei minha atenção para Hazel que ainda choramingava, ele levou sua mão para boca e começou a morder.
— Dila, ele não quer comer de jeito nenhum. O que eu faço?
— Eu não sei, a babá aqui é você.
Soltei um muxoxo. Dila não poupava palavras, ela era uma das poucas funcionárias amigáveis dentro dessa