Mundo de ficçãoIniciar sessãoBernardo Rocha é mais do que um advogado brilhante — ele é o CEO de um império jurídico. Jovem, poderoso e de uma beleza avassaladora, ele vive cercado de luxo, excessos e de mulheres dispostas a tudo para tê-lo em suas camas. Mas, em meio a tantas conquistas, Bernardo descobre que está cansado de prazeres vazios e anseia por algo maior: o amor verdadeiro. E para encontrá-lo, ele assume uma identidade ousada e perigosa. Pilar Nunes, teve a sua vida despedaçada ao ser traída às vésperas do altar. Decidida a enterrar qualquer sonho romântico, ela troca o véu e a grinalda pelo balcão de um bar, tentando recomeçar em meio às cicatrizes de uma decepção. O amor para ela, não passa de uma ilusão cruel. Entre as luzes da noite, desejos e paixões, será que eles estão prontos para as armadilhas do destino?
Ler maisAVISO IMPORTANTE:
Querido leitor, o livro A VIDA DUPLA DO CEO faz parte de uma série de 4 livros chamada Além das Aparências escrita por mim - autora Nalva martis e pela autora Milla Almeida, que também tem um perfil aqui na plataforma. Portanto, colocarei 2 livros dessa série aqui, neste mesmo e-book. Os outros 2 livros vocês encontrarão no perfil da autora Milla Almeida. Então se você ainda não segue a autora, corre lá, siga e fique por dentro das novidades.
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— Essa com certeza foi a melhor despedida de solteira do mundo! — falo entre risos para as minhas amigas. — E vocês são as melhores. Sabem disso, não é? — As abraço e elas me abraçam de volta.
— Uma pena que a Rute não poder vir. — Laís lamenta.
— Verdade — concordo com um lamento. — Tadinha, ela não estava se sentindo bem. Acho que vou passar em casa, tomar um banho rápido e vou visitá-la. A final, ela é a minha madrinha de casamento, não é?
— É uma boa ideia. Vamos visitar a nossa amiga.
Sorrio.
Acredito que sou uma pessoa de muita sorte. Afinal, ter amigas como a Rute, Laís e a Olga é algo difícil de encontrar hoje em dia. Elas são o meu alicerce desde o colegial. E claro que elas terão uma participação muito especial no meu dia tão especial. Ah sim, eu vou me casar em poucos dias e devo esse encontro de almas a elas, pois me incentivaram a dançar com o homem que se tornará meu marido em uma danceteria.
Agora me digam se não sou uma garota de muita sorte?
— Nossa, estou ansiosa por um banho. — Laís resmunga quando levo a chave a fechadura e após ouvir o clique, a porta se abre. Olga se deixa cair no sofá e esse gesto a faz quicar um pouco sobre o estofado.
— Você pode ir tomar um banho no quarto de hóspedes.
— Uau, Pedro é mesmo um homem de muito bom gosto. — Laís comenta, observando os ricos detalhes da decoração de um apartamento em uma cobertura que parece mais uma mansão de tão grande que é.
— Não é à toa que ele é um arquiteto e decorador com fama internacional.
— Olha, eu sinto inveja de você, amiga. Sério. Mas, é uma inveja branca, tá? Caramba, você conseguiu um homem gostoso, lindo e muito talentoso. E ainda, com uma carreira promissora.
— Hum, o Benício não está muito longe disso — ralho para Laís.
— Ele é um advogadinho. Está no começo da carreira, mas eu sei que o meu Pimpão vai longe.
— Pimpão? — Seguro uma boa risada. Contudo, um barulho estranho no quarto principal me faz parar e prestar atenção. — O que foi isso?
— Isso o que?
— Você não ouviu?
— Eu não ouvi nada.
Respiro fundo.
— Ok, deve ser coisa da minha cabeça embriagada. Eu vou levar minha mala para o quarto e tomar um banho. Depois, podemos ir visitar a Rute, certo?
— Vai lá.
Subo alguns degraus que me levam para o segundo andar e assim que adentro um corredor largo e comprido, me dirijo para a primeira porta. Contudo, ao abri-la fico estática bem no espaldar, presa a visão mais grotesca, que faz toda a minha estrutura vir ao chão.
— Pilar? — A voz estremecida de Rute ecoa dentro do cômodo, fazendo um estrondo agudo dentro dos meus ouvidos. Apavorado, Pedro sai imediatamente de cima dela e depois da cama. Ele veste sua cueca com pressa e desajeitado.
Ofego violentamente, olhando de um para o outro.
— Mas, que porra é essa?! — berro ensandecida.
Rute balbucia espantada.
Nervoso, Pedro morde a boca e leva uma mão a sua testa.
Encaro rudemente a minha amiga de infância.
— Você disse que estava doente! — rosno com tom acusador e dou alguns passos para dentro do quarto. — Disse que não podia viajar comigo porque estava sem sentindo mal.
Engulo o nó em minha garganta.
— Meu Deus, eu me senti uma péssima amiga ao ir para uma festa enquanto... você veio para a minha casa! Deitou-se na minha cama para trepar com o meu noivo?!
Indignada, altero a minha voz.
— O que foi? — Ouço as vozes das meninas atrás de mim, que resfolegam no mesmo instante. Contudo, parto para cima de Rute e começo a estapeá-la em cima da cama.
Ela grita desesperada e tenta se livrar do meu ataque.
— Pilar, para com isso! — Pedro exige, agarrando-me pela cintura. Contudo, me debato violentamente e seguro firme nos seus cabelos, puxando-os com força. — Que droga, Pilar, para com isso! — Ele ruge e me j**a de volta no colchão.
Furiosa, saio da cama e parto para cima dele outra vez.
— Seu traidor de merda! — berro e bato na sua cara várias vezes.
— Pilar, me desculpa! Por favor! Por favor, me desculpa! — Rute pede chorosa, em desespero.
Entretanto, isso só aumenta a minha raiva. Contudo, respiro fundo e os encaro furiosa.
— Eu quero que saiam da minha casa! — rosno entre dentes. — Os dois, saiam daqui! Saiam, agora!
O silêncio toma conta do cômodo.
— É que… esse apartamento é meu, Pilar. — Pedro fala baixo demais.
O encaro em um misto de fúria e de desespero, engolindo em seco.
SINOPSE: VINCENZO VITALE — MEU DESEJO PROIBIDOVincenzo Vitale nunca foi um homem fácil de decifrar. Frio. Intocável. Poderoso. O herdeiro das Indústrias Vitale transformou o próprio nome em sinônimo de controle absoluto — dentro e fora das empresas da família. Ninguém ousa atravessar seu caminho. Ninguém se aproxima o suficiente para enxergar o homem escondido por trás do terno impecável e do olhar perigoso.Até Adeline.Contratada para trabalhar diretamente com Vincenzo, ela deveria ser apenas mais um rosto dentro do império Vitale. Mas há algo nela que o desarma… e isso o deixa furioso. Adeline não pertence ao mundo dele. Não nasceu cercada por luxo, poder ou sobrenomes influentes. Ainda assim, possui uma força silenciosa que desafia cada muralha que Vincenzo levou anos para construir.E quanto mais ele tenta afastá-la, mais obcecado se torna.O problema?A família Vitale jamais aceitará aquela aproximação. Porque existem regras naquele mundo. Segredos. Feridas que nunca cicatriza
Bella D’AvilaSe alguém dissesse que o primeiro dia de trabalho deveria ser algo calmo, contido e cauteloso, definitivamente não sabe que isso nunca se encaixaria na pessoa de Bella D’Avila – no caso, eu. Esse negócio de ficar séria, de cara amarrada e medindo as palavras não combina comigo nem um pouco. Eu sou o tipo de garota falante desde sempre. Desde que me entendo por gente. Gosto de falar, cantarolar, sorrir… enfim, eu sou a alegria em pessoa.Às vezes penso que meu nome deveria ser, Bella Alegre, mas gosto de D’Avila.— Ah oi, bom dia! Você pode me ver dez cafés? — peço para o rapaz atrás do balcão que usa uma touca esquisita na cabeça.Ele olha acima do meu ombro. Contudo, continuo.— Pode ser 2 descafeinados, 3 com açúcar, 1 com adoçante, 3 sem açúcar e, 1 com bastante leite.Ele abre a boca e parece me analisar.— É pra hoje! — Sorrio. — Eu não tenho muito tempo. É o meu primeiro dia de trabalho, bem ali. — Aponte-lhe o prédio sofisticado do outro lado da rua. — E eu quero
ArthurOito meses depois…Respiro fundo algumas vezes. O nervosismo está acabando comigo, e eu só queria estar com ela nesse momento, mas eu tenho uma missão. Deixar o Lucas confortável com a chegada do seu irmão Silas.— Alguma notícia? — Mamãe pergunta assim que adentra a sala de espera. Faço não com a cabeça.— Há quanto tempo ela entrou? — Ursula pergunta em seguida.— Uns vinte minutos.Mas parecem uma eternidade. Penso, sufocando por dentro.— Fique calmo, Arthur. Vai dar tudo certo. — Pilar tenta me acalmar.Contudo, olho para o meu filho, próximo de uma janela, absorto a tudo… ou não. Talvez ele esteja absorvendo mais do que consiga suportar. Quietude deveria ser um bom sinal, mas eu sinto que não é. Não com ele.— Por que não entra e fica com ela? — Bernardo sugere.Eu sei que ele é o tio. E é um dos favoritos do Lucas também. E, embora a Renata e a Pilar estejam aqui, eu simplesmente não consigo deixá-lo. Portanto, meneio a cabeça em um não.— Prefiro ficar com ele, se você
NatiSinto o meu corpo inteiro estremecer por dentro. Respiro fundo algumas vezes. Balanço o teste como se ele fosse um termômetro, apenas para ter certeza do resultado e o olho novamente.Sorrio trêmula.— Ai meu Deus, eu estou grávida! — resfôlego e fico de pé.Uma batida na porta do banheiro me faz sobressaltar violentamente.— Nati, filha, o que você está fazendo aí dentro? — Mamãe inquire, batendo outra vez. — Estamos atrasadas, querida.— Eu… já estou indo! — aviso com um tom mais alto.Pensando bem direitinho, estou tecnicamente com o atraso de três semanas.Meu coração salta forte no peito.— Filha, Arthur já deve estar subindo pelas paredes com essa demora. Ele vai pensar que você desistiu… — Ela para de falar, quando abro a porta abruptamente.Seus olhos me encaram especulativos.— Você está bem, querida?— Uhum. Estou. E, desistir desse casamento não está nos meus planos.— Ah que bom! — Úrsula leva uma mão ao peito. — Por um instante, fiquei preocupada.— Eu já estou pront










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