Foi então que homens de terno preto emergiram pelas portas do frigorífico. Os olhos de Damiano se arregalaram. Ele nunca vira aquele lado de Laerte, em Mônaco, era só um comerciante boêmio que gastava fortuna nos cassinos. Não ostentava segurança, não impunha medo como Glauco.
Mas ali, diante dele, revelava-se o mafioso silencioso. O homem que mantinha vários braços operando nas sombras. O que jamais coloca todos os ovos na mesma cesta. Um conselho valioso e agora aterrador.
Damiano pensou em f