Com um sorriso charmoso, Glauco levou a taça de vinho aos lábios.
— Você não deveria... Amália começou a adverti-lo sobre a bebida, mas se conteve.
— Está cuidando do seu homem? Não se preocupe. Já estou pronto para outra.
— Não diga isso! Ela o repreendeu, incapaz de esconder a inquietação.
— Está bem, então... vamos comer. Disse ele, pousando a taça com elegância sobre a mesa.
Amália não resistiu à curiosidade: — Onde você estava?
Glauco arqueou uma sobrancelha. — Sentiu minha falta? A provo