Glauco saiu do escritório. Achava absurdo o que estava sentindo. Ele, um chefe de clã, parado ao pé de uma escada com medo de enfrentar uma garota que, até pouco tempo, era uma desconhecida.
Olhou para o topo da escada e subiu firme, decidido, com seu habitual modo elegante de caminhar.
Tocou a maçaneta da porta e empurrou. Ficou surpreso. Esperava que estivesse trancada, já se preparava para isso.
Ainda na penumbra, da porta, viu a silhueta dela diante da janela, iluminada pela luz da lua.
— V