No carro, Ana estava aconchegada ao peito de Paolo, que a mantinha nos braços como se ela fosse o bem mais precioso de sua vida.
— Ana... amanhã de manhã eu partirei para uma missão. Quero que fique em casa. Disse em voz baixa, acariciando seus cabelos. — Não precisa ter medo, a casa é segura. Homens farão sua proteção e, caso queira visitar Amália ou Natália, eles a levarão. Só peço que não saiam sozinhas. Eu irei amanhã, e Laerte e Glauco irão depois. Então, é melhor que fiquem em casa... em