Amália, com a respiração entrecortada, deixou escapar um riso nervoso em meio ao choro. Acariciou o rosto dele, sujo e cansado, mas vivo.
— Você me mata de preocupação, Glauco Bergamo… Murmurou, enxugando as próprias lágrimas. — O que aconteceu com você? Vamos cuidar disso, vou chamar um médico.
Glauco segurou a mão dela com firmeza, olhando fundo em seus olhos.
— Não preciso de médico. Disse com um meio sorriso cansado. — Um banho e você… e amanhã estarei novo.
— Não seja teimoso! Ela retrucou