187- "O cerco estava se fechando."

Depois de abater vários homens e ajudar Paolo a encontrar os companheiros encurralados, Glauco e Laerte desceram do prédio.

Seguiram por uma viela estreita e malcheirosa, as paredes pichadas e iluminadas apenas pela luz amarelada de um poste quebrado. O som abafado da música vinha da boate à frente, misturado ao eco distante dos tiros que ainda trocavam nas ruas.

— Estão aqui. Murmurou Glauco, os olhos atentos ao prédio vizinho.

Ramom e Pérez haviam se recolhido, comandando de dentro enquanto seus homens serviam de escudo nas ruelas.

Glauco e Laerte avançaram em silêncio até a lateral do prédio velho. Uma escada de incêndio enferrujada os levou ao terceiro andar. De lá, podiam ver as janelas escuras do segundo andar, logo acima da boate.

— Devem estar ali. Glauco apontou, os olhos fixos nas janelas opacas.

— Como ratos. Laerte cerrou os dentes. — Se escondem enquanto jogam seus homens para morrer como peões.

Glauco respirou fundo. — Não dá para atirar daqui. As janelas estão escuras
Continue lendo este livro gratuitamente
Digitalize o código para baixar o App
Explore e leia boas novelas gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de boas novelas no aplicativo BueNovela. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no aplicativo
Digitalize o código para ler no App