Glauco, em Salerno, embarcava para Palermo. A ansiedade o corroía, e Paolo não escondia a preocupação. Já era noite, o que Glauco conseguiria descobrir em Palermo àquela hora?
Não disse nada, apenas permaneceu ao lado dele, observando sua inquietação. Poucas vezes vira o amigo assim. Na verdade, nunca. Já o tinha visto furioso, depois perdido, e mais tarde fechado em si mesmo quando Sofia desapareceu. Mas desse jeito, como agora, era inédito.
Em Palermo, assim que desembarcaram, a primeira atit