A noite avançava.
Henrico voltava para Sorrento depois de pegar seu carro na balsa.
Amália seguia no trem, as bochechas molhadas pelas lágrimas, enquanto a voz de Glauco ecoava em sua mente:
"Te procurei por anos… anos. Toda a minha vida afundou naquele dia, quando vi aquele carro na ribanceira, quase todo dentro do mar… Vaguei como um louco noite adentro à sua procura, recolhendo suas coisas pelas rochas…”
O coração de Amália sangrava. Será que nunca seria amada? Alguém neste mundo se importar