143- " Confiante."

A noite avançava.

Henrico voltava para Sorrento depois de pegar seu carro na balsa.

Amália seguia no trem, as bochechas molhadas pelas lágrimas, enquanto a voz de Glauco ecoava em sua mente:

"Te procurei por anos… anos. Toda a minha vida afundou naquele dia, quando vi aquele carro na ribanceira, quase todo dentro do mar… Vaguei como um louco noite adentro à sua procura, recolhendo suas coisas pelas rochas…”

O coração de Amália sangrava. Será que nunca seria amada? Alguém neste mundo se importaria com ela além de seu corpo? Alguém um dia seria capaz de amá-la verdadeiramente? Esses questionamentos traziam ainda mais dor.

Encolheu-se no canto do banco, o capuz cobrindo quase todo o rosto. Perguntava-se como Glauco havia reagido ao descobrir que ela não estava mais em casa, se é que já havia voltado.

Enquanto isso, Glauco percorria a cidade em busca do apartamento de Henrico. Tinha esperança de encontrar Amália ali. Ficaria furioso se fosse verdade, mas ao mesmo tempo aliviado, porque ha
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