142- " Na estação"

Glauco saiu da mansão às pressas. Antes de entrar no carro, disparou ordens:

— Você, vá até o terminal rodoviário! Paolo, veja com o departamento de trânsito. Vou te enviar uma foto de Amália, quero que verifiquem todas as câmeras.

Então entrou no carro, pisou fundo. Os pneus cantaram, o motor rugindo cortou o silêncio da estrada Amalfitana.

No restaurante, assim que chegou, o maître o conduziu até a sala de monitoramento. O coração de Glauco batia acelerado enquanto mantinha os olhos fixos nas telas.

Lá estava Amália, trabalhando tranquilamente pela manhã. Depois, aparecia saindo e falando com o motorista. Mas em uma das gravações algo chamou a atenção de Glauco.

— Volte a imagem deste monitor. Pediu.

— Ela não esteve no salão… Comentou o maître, hesitante.

— Volte! — Glauco insistiu, ríspido.

E então a reconheceu.

— Sofia… Murmurou, cerrando os dentes.

Ela aparecia no restaurante, permanecendo ali por um bom tempo.

— Por isso Amália foi até a empresa… Glauco pensou em voz alta. — El
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