Glauco encarava os olhos de Amália. Durante muito tempo, ele havia duvidado do amor. Para ele, as pessoas se aproximavam umas das outras por interesse, e a ideia de um amor genuíno parecia uma instituição fracassada.
Amália, no entanto, era diferente. Ela era transparente. Se estava brava, era visível. Se estava chateada, também. Mas, quando estava feliz, isso transbordava ainda mais: os olhos brilhavam, e seu sorriso doce se revelava até nas menores coisas.
Depois do café da manhã, seguiram de