Ele se virou bruscamente, tirou a fotos dos cacos de vidro e pedçaos da moldura, frágil, pelo tempo.
— Qual seu nome? Perguntou à mulher.
— Ana.
— Vamos, Ana.
Saíram, e encontraram seu homem ferido. Glauco se abaixou, ajudando-o a se levantar.
— Ele fugiu... Disse o homem, frustrado.
— Não se preocupe. Ele não tem para onde ir.
No grande salão, os frequentadores estavam amontoados sob vigilância, enquanto garçons, copeiras, cozinheiros e algumas das mulheres que eram mantidas ali escapavam pela