A cada passo, o coração de Glauco apertava. Não fazia ideia de como Laerte estava, apenas que sua situação era crítica.
Ao abrir a porta, encontrou os cinco homens deitados, com máscaras de oxigênio. Os rostos, menos inchados; os hematomas, ainda escuros. A circulação nas mãos estava normal.
Pouco depois, um médico entrou.
— Estão melhorando. Ainda é delicado, mas não correm risco de morte.
— Posso transferi-los para a Itália? Glauco perguntou, sem tirar os olhos de Laerte.
— Pode. Mas, em doi