Mundo de ficçãoIniciar sessãoAriel mudou sua expressão sutilmente. O brilho de deboche nos olhos claros deu lugar a uma intensidade quase magnética. Suas mãos robustas subiram da cintura dela para as costelas, apertando com firmeza, ditando um ritmo mais rápido e mais profundo.
Ele deu uma estocada para cima que fez Emília ge.mer alto , jogando a cabeça para trás enquanto o coque frouxo de seu cabelo se desfazia. Kecharq então se sentou na cama, buscando os lábios dela com um leve desespero. Deu um chupao na boca dela, falou a ajeitando para ficar sentada de frente abraçada.
— Esse lugar aqui não muda quem eu sou, linda. Só dita as regras do jogo. — ele sussurrou, roçando a boca no ouvido dela.
— E o monstro só aparece para quem vacila comigo. Para você, eu sou só o Ariel. Guarda isso, beleza?
— Quando pensar em mim. Esquece de Kecharq.
O beijo que se seguiu foi ardente e parou dela, que começou a quicar de cócoras montada nele, segurando em seus ombros, cravando as unhas.
O calor foi ficando sufocante daquele quartinho. Emília se entregou de uma forma que nunca havia experimentado antes, começou a sussurrar contra a boca de Kecharq, enquanto quicava freneticamente sentindo o p4u bater no assoalho pélvico.
— Me chama de vag4bunda, fala que eu sou sua put4. Fod3 com a sua put1nh4 casada.
Kecharq adorou, agarrou no cabelo dela puxando forte, falando ofegante g3mendo.
— Sua put4 saf4da vagabund4 gostou de dar pra outro né?
Os dois estavam muito sincronizados, conectados.
Com Teteu, o sexo sempre era sobre ele, muitas vezes uma obrigação matrimonial rápida, focada apenas no alívio dele antes que ele começasse a falar de futebol ou de seus esquemas. Com Ariel, era diferente. Havia uma disputa de poder velada ali, um jogo de sedução onde ele parecia adivinhar exatamente onde tocá-la para fazê-la perder os limites.
Ela sentou e acelerou o movimento, cavalgando com força, com tudo dentro.
Seus m4milos, ainda rígidos e avermelhados pelas chupadas anteriores, roçavam no peito tatuado dele a cada movimento. Kecharq soltou um g3mido alto, segurando-a pelas nád3gas com as duas mãos, levantando-a e abaixando o quadril dela, cravando-a com força em seu p4u até o limite, a fricção úmida e excitante ecoava no quartinho.
— C4ralho, delícia... — ele sussurrou a enchendo de beijinhos, admirando as reações de seu rosto corado, os lábios semiabertos implorando por ar.
— Sua buc3t4 morde forte demais. Desse jeito você me quebra, delícia. Vou g0z4r rápido.
— É você que está fazendo isso comigo... não sou assim. — ela confessou parando de se mover, sentindo a pressão de prazer começar a aumentar.
Ficou apertando o p4u com a bu.cet4 contraindo, espremendo-o. Kecharq a tirou de cima, colocou deitada, com as pernas arreganhadas pra cima e a buc3ta exposta melada, a pen3trou lentamente, falou massageando o cl1tóris dela.
— Vai, delícia. Goz4 para mim...
Met3ndo devagar, a masturb4ndo no ritmo frenético que o corpo dela exigia, disse se segurando para não goz4r.
— Mostra como você fica m4luca quando tá com um homem de verdade.
Aquela provocação foi o estopim para ela. Emília fechou os olhos com força, apertando os braços musculosos de Kecharq.
O orgasmo veio forte, ela paralisou com a buc4ta pulsando, Kecharq começou a meter forte e rápido, Emília sentiu um prazer intenso, uma onda de choque que paralisou seu corpo, gemendo alto, sem se importar se alguém do lado de fora do corredor pudesse ouvi-la. Ela tremeu por inteira, sentindo sua intimidade pulsar sendo macetada com força, apertando o p4u dele repetidas vezes em contrações involuntárias e intensas.
Kecharq não se aguentou. Sentindo a pressão, o som dos gem1dos dela foram o limite para o controle que ele vinha mantendo se acabar. Ele a segurou firme, com agilidade grande, deu as últimas estocadas, rápidas, profundas e violentas, enfiando tudo o que tinha, até que soltou um urro abafado, goz4ndo deliciosamente, pulsando forte dentro dela que se encontrava exausta, toda vermelha, ofegante.
O silêncio que se seguiu era preenchido apenas pelo som das respirações ofegantes de ambos, lutando para voltar ao normal. Kecharq se deitou sobre ela por alguns minutos, deixando o peso de seu corpo mantê-la presa, foi distribuindo beijos sutis um carinho que contrastava brutalmente com a realidade do presídio.
Lentamente, ele se afastou, saindo de dentro dela com cuidado, se sentindo muito relaxado. Retirou a camisinha com habilidade e deu um nó, foi jogando-a no lixo no canto do quarto. Emília continuou deitada, com os olhos fixos no teto, uma sensação avassaladora de culpa começando a se infiltrar pelos poros conforme a adrenalina diminuía.
Apesar da toda a situação que a levou até ali, a verdade era clara. Ela traiu o marido. E pior... Emília tinha gostado, havia alcançado o ápice do prazer duas vezes nos braços do homem que mandava na cadeia onde seu marido cumpria pena.
— Ei, delícia. — Kecharq chamou suavemente, sentando-se na beirada da cama e tocando a coxa dela.
— Mudou a cara por quê? O combinado não era a dívida morrer e a gente aproveitar?
— É... o combinado era esse. — ela respondeu baixo, enxugando o suor do rosto com as mãos.
Ela se sentou na cama, ele pegou papel higiênico, ela foi se limpando e pegando a calça legging, a calcinha, ele foi se lavar e a chamar, tomou um ducha rápida. Ela entrou logo que ele saiu, estava cabisbaixa, chateada. Ele se vestiu primeiro, ela foi se vestindo com uma pressa que denunciava seu desconforto. Falou apreensiva.
— Kecharq? Você vai mesmo comer, o que eu trouxe?
Ele a olhou intrigado, falou com deboche.
— Pretendo, porque? Colocou chumbinho ou quer agradar o comédia do seu marido?
Ela se aproximou, falou ajeitando o cabelo longo comprido preto.
— Por nada. Eu só... fico com receio de sair fofoca com meu nome.
— Agora acabou, né? Minha parte está feita. O Matheus tá de boa, a dívida está paga.
Ele segurou a maçaneta, falou sério.
— Vai saindo na frente. Vou depois. Tá paga, mas cê tá ligada, que ele não vai parar de te fazer de bucha né?







