Mundo ficciónIniciar sesiónEle sorriu sutilmente e respondeu pensativo, acariciando o corpo dela, passando a mão no quadril, cintura, se1os.
— Se tiver cabeça e os pés no chão, resolve. Pode ter certeza. Relaxa, ou não vai dar certo, vou ficar na fissura por perder o dia com você. Fazem duas visitas, que eu não fo.do. Preciso g0.zar, gostoso.
Ela revirou os olhos espontaneamente, suspirou com um mínimo sorriso de deboche, desdém, continuou deitada imóvel com as pernas arreganhadas, e ele ajoelhado entre elas. Kecharq percebeu a expressão, a indiferença, se aproximou para beijar, perguntou intrigado.
— O que foi, linda? Fala! Pode falar. No que está pensando? — Perguntou passando a boca sutilmente, na dela.
Emília estava com medo, mas cheia de raiva dele e de seu marido, falou séria olhando-o nos olhos de pertinho, sentindo o hálito fresco e gostoso dele.
— Não tem como relaxar. Não finja que se importa comigo.
Ele chupou sutilmente o lábio inferior dela, falou sorrindo enquanto a m4sturb4va, com a boca roçando a dela.
— Fingir? Por que eu faria isso? Se quiser, pode desistir. Não sou Jack.
Ele estava sentindo o coração dela batendo acelerado, a pele gelada, tirou a mão da int1midade dela, perguntou ainda muito próximo em cima, a prendendo embaixo de si.
— Está com medo? Quantos anos você tem?
Ela balançou a cabeça que não, respondeu baixo com a voz trêmula, acariciando sutilmente os braços dele.
— Não. Mas, estou nervosa. Eu não sabia de nada.
Ficou emotiva.
— Ele não me contou, até alguns minutos atrás.
Tomou coragem, se sentindo atraída mesmo com todo o nervosismo, passou as mãos no pescoço e rosto dele, acariciando.
— Eu nunca tive outro homem. Não tem nada a ver com você. Mesmo em outra situação, lá fora. Eu não ficaria de boa. Entende?
O beijou sutilmente, falou apreensiva.
— Faz o que tem que fazer. Só quero resolver isso e ir embora.
Ele não esperava que ela fosse daquele jeito, a achou sincera, linda, se sentiu muito atraído pela delicadeza dela, ele começou a beijar no pescoço, clavícula, falou indo para os se10s.
— Então, bora desenrolar. Relaxa, não vou te forçar a nada. Beleza?
Ela ficou ofegante nervosa, sentindo as mãos dele a apertando, os lábios a cobrindo de beijos, chupões, ele tirou o top dela, marcou os se10s com chupadas mais fortes, foi descendo tranquilamente, até o meio de suas pernas, jogou uma delas em cima do ombro e se afundou, a chupando int1mamente.
Emília não estava esperando aquilo, nem era acostumada a receber uma bela chupada, já que Teteu não gostava e nem era muito de focar em lhe dar pr4zer. Ela gostou e muito, começou a se mover inquieta espontaneamente, segurando no lençol, fechou os olhos, sentindo seu corpo todo se agitar, sem nem perceber seus g3midos foram escapando, cada vez mais altos.
Ele sabia muito bem o que estava fazendo, a sentiu mais úmida e lubrificada, parou de chup4r alguns instantes, levantou a cabeça, puxou a mão dela para mais perto de sua cabeça e falou a m4sturband0 carinhosamente.
— Pode me tocar, suas mãos são deliciosas, tanto quanto seu gosto. Pelo menos um de nós precisa g0z4r gostoso hoje.
Ela o olhou sem acreditar no que estava acontecendo, começou o acariciar onde alcançava, ele voltou a chupar, e não parou até fazê-la alcançar o êxtase, em sua boca. A mais de um ano, ela estava fingindo que goz4va, perdeu o controle sobre si, e se entregou ao momento, alcançando o êxtase deliciosamente, ficou ofegante, vermelha, até com o corpo mole.
Kecharq ficou extremamente excit4do, mas optou por ser cauteloso, foi se afastando, limpando a boca.
— Nem foi tão difícil, foi? — Disse com um sorriso de deboche.
Ela se sentiu muito envergonhada, culpada por ter gostado, sentou o observando em silêncio, foi enrolando o cabelo o prendendo em um coque frouxo com ele mesmo. Kecharq acendeu um cigarro, estava de cueca, com o p4u duro, sentou-se nos pés da cama sério, parecendo estar com o pensamento distante. Perguntou curioso.
— Quer um cigarro? Você tem filhos?
Ela estava cabisbaixa, sem saber o que esperar, respondeu sem conseguir olhar para ele.
— Não tenho filhos e não fumo. Tem cam1sinha?
Ele sorriu com malícia, respondeu olhando-a fixamente.
— Não. Vou aliviar pra você, porque sou muito legal. E você tá com a maior cara de bucha, 0tária. Se veste e vai embora. Não fala nada pra ninguém. Se eu ficar sabendo, que você contou o que rolou aqui. Vou deixar o bloco todo, f0der seu marido e depois, qu3brar os dedos dele.
Ela se levantou rápido, se limpou com papel higiênico, foi se vestindo às pressas, prestes a sair, perguntou apreensiva.
— Como você se chama?
Ele se levantou, falou se vestindo.
— Kecharq.
Ela falou séria apreensiva.
— A dívida...
Ele se aproximou, a segurou pelo meio do cabelo, puxando não muito forte, falou quase a beijando.
— Já era. Tá tudo certo, delícia.
Ela ficou esperando, olhando para os olhos e a boca dele, ele a beijou lentamente, a puxou contra si pela cintura, o beijou super encaixou, foram aumentando a intensidade, até perderem totalmente o fôlego. Trocaram selinhos, mordidas, espontaneamente voltaram a beijar, aconteceu naturalmente, trocaram longos beijos intensos alguns minutos, até que ele parou, a soltou rindo e falou com malícia.
— Some da minha frente, vai logo. Antes que eu me arrependa, de não te comer até te deixar com a bu ceta assada. Se eu te pegar de jeito, você vai acordar por dias, sentindo a falta do meu p4u dentro da sua bu. ceta.
Ela saiu confusa, engoliu o riso nervoso, a vontade de chorar, a vergonha, largou tudo para trás e foi embora, sem se despedir de Teteu. Ele a viu de longe, mas não conseguiu a alcançar, ficou com medo dela não ter feito o que devia. Kecharq logo saiu, e foi se sentar no canto, como se nada tivesse acontecido, Teteu se aproximou apreensivo, perguntou sério.
— E aí meu patrão, deu certo? Tá tudo em ordem agora? Tudo em cima?
Kecharq estava com raiva dele, por ver que era um sem futuro, egoísta, foi respeitoso, falou sério sem deboche ou provocação.
— Certo. Morreu a dívida. Já era!
Teteu sorriu aliviado, apenas confirmando que não estava nem aí para a própria esposa. Ainda perguntou como se estivesse orgulhoso.
— Curtiu ela? Ó, se precisar de qualquer coisa, tamo aí. Firmão.







