Mundo de ficçãoIniciar sessãoVINCENZO VITALE — MEU DESEJO PROIBIDO Vincenzo Vitale nunca foi um homem fácil de decifrar. Frio. Intocável. Poderoso. O herdeiro das Indústrias Vitale transformou o próprio nome em sinônimo de controle absoluto — dentro e fora das empresas da família. Ninguém ousa atravessar seu caminho. Ninguém se aproxima o suficiente para enxergar o homem escondido por trás do terno impecável e do olhar perigoso. Até Adeline. Contratada para trabalhar diretamente com Vincenzo, ela deveria ser apenas mais um rosto dentro do império Vitale. Mas há algo nela que o desarma… e isso o deixa furioso. Adeline não pertence ao mundo dele. Não nasceu cercada por luxo, poder ou sobrenomes influentes. Ainda assim, possui uma força silenciosa que desafia cada muralha que Vincenzo levou anos para construir. E quanto mais ele tenta afastá-la, mais obcecado se torna. O problema? A família Vitale jamais aceitará aquela aproximação. Porque existem regras naquele mundo. Segredos. Feridas que nunca cicatrizaram. E Vincenzo sabe exatamente o que o amor pode destruir. Mas pela primeira vez em muitos anos… ele está disposto a correr o risco.
Ler maisPRÓLOGO
Vincenzo
A chuva golpeia o vidro da parede da minha sala de estar com força enquanto observo o relógio pela terceira vez em menos de cinco minutos. 02h17. Paris continua acesa do lado de fora. As luzes douradas cortam a escuridão da madrugada, mas essa cobertura parece fria demais essa noite.
Algo está errado.
Afrouxo a gravata lentamente e caminho até o bar no canto da sala. Sirvo uma dose de uísque, porém não bebo. Apenas fico encarando o líquido âmbar dentro do copo de cristal enquanto o silêncio me sufoca pouco a pouco.
“Por que você não vem comigo?”
A voz de Nella preenche os meus ouvidos e aproveito para fechar os olhos, e senti-la próxima de mim.
“Você sabe que eu não posso.”
“Ora, vamos, Vincenzo. Nós temos uma química inegável.”
“Eu te avisei, Nella. Disse que jamais trairia o meu irmão. E, eu não pretendo me unir a mulher que quase o destruiu.”
Essa lembrança me faz abrir os olhos abruptamente e eu respiro fundo.
Eu vivi um grande amor no passado, embora para Nella Galli, eu não passasse de um simples amante. E esse sentimento quase me engoliu por inteiro. Mas se existe algo que mulher alguma nunca conseguirá arrancar de mim, é a minha lealdade a minha família. Nella deveria ter mexido com qualquer um, menos com um dos meus. E por mais que o meu coração chegue a doer, sangrar por dentro, eu jamais perdoaria a sua traição.
Um sinal de mensagem me desperta dos meus momentos mais tenebrosos, e curioso, me sento no sofá, abro o aplicativo, e sinto o chão fugir de debaixo dos meus pés.
— Não pode ser!
Minha voz sai como um fio, ameaçando se romper a qualquer momento. Levanto-me abruptamente e ligo para o meu detetive no mesmo instante.
— Que porra é essa? — rosno, assim que ele atende a ligação.
— É o que o senhor acabou de ver.
— Como…?
Não consigo finalizar minha interrogação.
— Aconteceu rápido demais, senhor Vitale.
Lágrimas silenciosas inundam meus olhos. O meu coração se comprime violentamente, roubando o meu ar.
— Mas, isso não é tudo. — Puxo o ar com força. — Nella Galli estava grávida.
Grávida! Essa palavra se repetiu como um maldito eco dentro da minha cabeça. Grávida de um filho meu.
Meu filho… e ele se foi!
E como se uma lâmina afiada rasgasse o meu peito ao meio, perco as minhas forças, ajoelhando-me no chão. Deixando-me cair no duro e frio chão de mármore polido. No ato, sinto a minha vida ser sugada de mim, e sou imediatamente jogado no silêncio da mais profunda escuridão.
Eu tinha um filho, e nem fazia ideia disso.
***
NOTAS DO AUTOR:
Atenção, queridos leitores, o romance VINCENZO VITALE - Meu Desejo Proibido é um spin-off do livro PROTEGIDA PELO INIMIGO, que está disponível aqui nesta plataforma. Então se você ainda não leu a história e Blade Vitale e Abby, aproveita que este livro está em andamente e já põe a leitura em dia. Assim, você não se perderá nessa linda e intensa história de amor.
Nos vemos nos próximos capítulos!
VincenzoEm resposta, Thierry ergue as mãos em sinal de rendição.— Eu só estava dizendo…— Deveria voltar ao trabalho, senhor Roux. Afinal, é para isso que eu te pago.— Certo, chefe! — Thierry faz um gesto desdenhoso com a boca, e simplesmente me dá as costas, saindo da sala em seguida.Puxo uma respiração profunda e reconheço que fui duro com ele. Mas Thierry me conhece muito bem. Ele sabe que não sou homem de meias palavras. E que nunca esteve nos meus planos permitir que invadam a minha história — nem mesmo aquele que chamo de amigo.***— Senhor Vitale. — A voz de Philippe Beaumont, presidente da Beaumont Distribution France, ecoa do outro lado da linha. — Acabei de revisar a proposta final enviada pela sua equipe.Permaneço em silêncio, diante de uma parede de vidro do escritório, enquanto observo uma Paris em uma falsa quietude bem debaixo dos meus pés.— E?— O conselho aprovou o projeto.Eu sabia! Penso, exultante; porém, permaneço calado.— Estamos falando de oitenta mil me
Vincenzo"Eu não sou a sua prostituta!"Os gritos dela ainda ecoam dentro da minha cabeça. Um olhar vívido e irritado ousa encarar-me com impetuosidade. Há indignação em suas retinas. Mas, no fundo, eu sei que tudo não passa de um jogo. Uma encenação. Ela se entrega a um estranho. Não pensa duas vezes enquanto geme debaixo dele, e se sente indignada?— Sonhando acordado?Meus pensamentos são interrompidos quando Thierry, meu diretor de marketing e amigo mais próximo, invade a minha sala. Apago a imagem da garota da minha cabeça e aponto uma cadeira para ele se sentar.— Trouxe o que te pedi? — questiono, ignorando a sua pergunta.— Trouxe. — Ele diz, mas a sua cara não é das melhores.Thierry estende um papel para mim e eu fixo os olhos no texto em negrito, fechando a minha mão no mesmo instante e amassando o documento inteiro.— Que merda é essa? — rujo.Ele faz um gesto tenso.— Não sei como isso aconteceu, Vincenzo, mas o acordo vazou.Esmurro fortemente a minha mesa, ficando de pé
Adeline— Ah, mami, você é dez! — Volto a abraçá-la. Depois aprecio as belas tulipas e até as imagino na minha sala.— Ei, e eu? — Papai parece indignado. E isso me arranca um riso baixo.— Você também é dez. Vocês dois são.— Coma, filha. Você precisa sair em duas horas.— Está bem. Eu amo vocês! — Faço um coraçãozinho com as mãos antes que fechem a porta.Contudo, meu sorriso se esvai pouco a pouco quando me lembro da noite passada.Suspiro baixo.O desgraçado nem se preocupou em usar uma camisinha. Resmungo mentalmente. Onde você estava com a cabeça, Adeline? Desde quando se aventura em transas casuais? Definitivamente não foi isso que seus pais lhe ensinaram.Faço um bico torto com a boca, soltando uma respiração pesada.Sacudo a cabeça.A experiência é o que conta, certo? Depois dessa, nunca mais me aventuro na cama de um estranho. E é sempre bom saber que nunca mais o verei outra vez. Com esse pensamento, devoro o meu café da manhã, tomo um banho rápido, escovo os meus cabelos e
Adeline— Ah! — gemo, arrastado, ofegante, ardendo.Meus dedos penetram nos seus cabelos e apertam seus fios, mantendo-o ali por mais tempo. Seus dedos apertam o meu bico entumecido, enquanto sugadas fortes e famintas maltratam o outro seio.— Oh, meu Deus! — Não seguro um grunhido, quando ele começa a fazer uma trilha de beijos, descendo pelo meu abdômen, até chegar ao pé da minha barriga.A doçura dos seus beijos minúsculos é um contraste gritante com o aperto dos seus dedos em minhas carnes, que me faz delirar. A minha cabeça dá um giro de cento e oitenta graus quando ele abre as minhas pernas, e a sua língua serpenteia ávida pela minha intimidade. Na minha agonia, aperto os lençóis entre os meus dedos e solto um grito agudo quando seus dentes mordiscam o meu clitóris.— Por favor! Por favor!Suplico, perdida em uma dimensão de luxúria e ardor, quando dois dedos seus me penetram e se movem em conjunto com sua boca. Um ritmo luxurioso de estocadas bruscas e profundas, e de sugadas q
Último capítulo