Adeline
Momentos depois, estou dentro de um táxi, consumida por uma avalanche de pensamentos contraditórios, que me deixam cada vez mais perdida. Meus lábios ainda sentem o calor dos seus. Meu coração ainda bate selvagem dentro do peito. E sinto que não será nada fácil arrumar toda essa bagunça.
— Chegamos, senhorita! — O motorista avisa, mas me dou conta de que esqueci minha bolsa dentro do carro de Vincenzo.
— Droga! — resmungo, contrariada. — Espere aqui. Eu vou pegar o dinheiro e volto rápi