Mundo de ficçãoIniciar sessãoSarah Fiore ha consolidado una exitosa carrera como jefa de producción en una famosa casa de modas en Italia, no le ha sido particularmente fácil, sobre todo teniendo como directivo al antipático y duro, Arturo Rizzo. Pero cuando este se ve envuelto en problemas, le solicita a Sarah firmar un contrato en la que se verá obligada a pretender que son pareja, sin embargo, gracias a esto, ambos comienzan a relacionarse de manera más intima, algo que ninguno de los dos imaginaba.
Ler maisA pedra da lua reluzia na palma de Selene, um brilho opaco e sem a magia que o Rei Phelix Völun de Magdala, seu pai, exigia. Furioso, ele chutou as costas da jovem com tamanha força que a lançou ao chão. Selene não emitiu nenhum som apesar da dor. Sabia que se gritasse ou mesmo gemesse ele a espancaria.
— Não passa de uma inútil — ele bradou queixando-se: — Não herdou nem mesmo uma fagulha da magia de Myra.
Alto e imponente, seus olhos azuis enevoados lançavam desaprovação e desdém a filha. O longo e liso cabelo loiro caía graciosamente em seus ombros, a aura purpúrea emanando dos fios destacando a natureza sombria de sua magia.
— Selene é uma vergonha para Magdala — Phelix indicou para Mamba, seu maior aliado, parado poucos passos atrás dele.
O poderoso feiticeiro, esguio e astuto, envolto em vestes brancas e azul royal, cores de Magdala, observava Selene com os frios olhos alaranjados carregados do mesmo brilho sombrio do rei.
— Existe magia na princesa. Posso sentir a mesma essência de Myra. — Abaixou-se e apertou as bochechas de Selene, as longas unhas arroxeadas afundando na pele alva. — Fraca, mas está nela. Veja!
Removeu as unhas, os furos imediatamente cicatrizando até sumirem em definitivo, restando apenas o rastro de sangue.
— Autocura não me serve de nada. Se fosse homem, poderia utilizar essa habilidade no campo de batalha contra o Rei Corvo, mas sendo mulher é um poder sem utilidade!
Mantendo-se de cabeça baixa, sem demonstrar a tristeza que preenchia seu coração, Selene fechou os olhos, aguardando um novo golpe, como sempre ocorria após os insultos, mas seu pai se afastou.
— Vamos! Temos que resolver o que fazer com aquele corvo maldito.
Mamba demorou a se levantar, inclinando-se até a jovem para murmurar junto a sua orelha:
— Em algum momento a deliciosa magia que sinto em seu corpo eclodirá e estarei pronto para coletá-la, Selene.
Selene evitou o olhar do feiticeiro, o enojo revirando seu estômago por ser alvo do constante sorriso cruel nos lábios finos e ardilosos do homem que maculou a alma de seu pai.
Ouviu os passos de ambos os homens se afastando e o baque alto e seco da porta, seguido do chiado característico da magia de selamento, trancando-a como faziam diariamente nos últimos treze anos.
Encolhendo-se no piso frio, sem forças para subir na cama do quarto que mais parecia uma prisão, relembrou o tempo em que sua mãe vivia, a alegria que circulava pelos corredores do castelo de Magdala. Antes da chegada de Mamba e da escuridão tomar conta de seu pai.
Mamba causou a morte da rainha Myra e fez o rei e pai bondoso desaparecer por completo, sendo substituído por um demônio sem piedade até mesmo com a única filha, trancando-a na torre mais alta e espancando-a toda vez que não obtinha o que tanto desejava: o poder lunar da falecida esposa, que Selene vibrou em seus primeiros sete anos de vida.
Nos primeiros anos Selene teve esperanças de que o pai amoroso iria retornar, mas agora não ansiava pelo amor paternal. Queria liberdade, se livrar de Mamba, do veneno e maldade opressora do feiticeiro que a sufocava pouco a pouco.
~*~
Cedric Darkv de Eszter, conhecido como Rei Corvo, estava no salão de defesa e estratégia do reino, cercado por homens e mulheres de sua confiança, todos debruçados em mapas e relatórios, ponderando sobre a melhor forma de vencer definitivamente a guerra interminável contra Phelix Volun de Magdala, o Perverso.
Desde o ataque covarde de Phelix em uma noite sem lua, treze anos antes, em que metade de seu povo foi ceifado, incluindo seus pais, Cedric tornou-se o rei e o soldado mais forte e temível contra o Perverso.
Fortificou as ruínas, treinou homens e mulheres a partir dos quinze anos, sua própria idade na época, e lutou na linha de frente com a fúria alada do fogo queimando seus inimigos. O confronto direto de Eszter e Magdala intensificou-se com o passar dos anos, deixando ambos os reinos exauridos. O problema era que o rei inimigo se escondia longe do campo de batalha e exterminá-lo, essencial para a paz de espirito de Cedric, mostrava-se impossível.
Foi nesse clima tenso que Ayala, a Feiticeira Dourada, entrou no recinto.
— Meu Rei, Phelix Volun deseja lhe fazer uma proposta.
A feiticeira moveu os dedos circulados por aros de ouro, os lábios conjurando na língua antiga, atraindo e acumulando gotas de água acima da mesa até criar uma tela líquida.
Cedric observava com ceticismo e desconfiança a superfície líquida se ampliando e no centro Phelix Volun, o Perverso, aparecer sentado em um majestoso trono de Safira.
— Cedric Darkv, Corvo de Eszter — a voz de Phelix ecoou carregada de desdém, o desprezo evidente ao ignorar o título real de Cedric. — Os anos de conflito desgastaram nossos amados reinos, por isso tenho uma proposta que pode pôr fim a essa guerra insensata.
Irritado por Phelix pronunciar tais palavras como se não fosse o responsável pelo sangue derramado no campo de batalha, Cedric apertou os dedos no punho da espada, desejando que o inimigo aparecesse em pessoa a sua frente e não através de artifícios mágicos.
— Fale de uma vez o que quer, Phelix — pronunciou seco, duvidando que sairia algo decente do homem conhecido como Perverso.
Phelix inclinou a cabeça, um sorriso sutil moldando-se em seus lábios finos.
— Proponho uma aliança matrimonial entre Eszter e Magdala. Ofereço minha única e amada filha, Selene, como símbolo de paz e reconciliação entre os reinos.
Cedric ergueu uma sobrancelha, surpreso pela ousadia da oferta. Um casamento para selar a paz entre dois reinos inimigos parecia mais uma jogada astuta, um modo de infiltrar o inimigo dentro de suas muralhas, do que uma oferta sincera.
— Depois de destruir meu reino na calada da noite, anseia uma aliança através de um enlace político? — questionou cáustico. — Zomba da minha inteligência?
Phelix riu, um som frio que reverberou pelo salão.
— Se aceitar, a guerra terminará, e nossos reinos poderão prosperar na paz. Como isso pode ser uma zombaria, Cedric? Chega de tentativas de invadir meu reino, de matar meu povo sofrido e destruir minhas terras — disse com pesar forçado, lançando a culpa da guerra para longe dele, tornando-o a vítima. — Meu povo cansou de morrer por nada, e o seu?
Com essa pergunta capciosa, Phelix encerrou a mensagem.
— O maldito fala como seu eu tivesse começado a matança — rugiu esmurrando a mesa de pedra, a dor no punho sendo nula diante da raiva flamejante.
— O Perverso é ladino, mas a proposta parece um caminho para enfim alcançarmos a paz — Gael, conselheiro de defesa e estratégia, sentado ao lado de Cedric indicou com calma. Não se incomodou por ser alvo de dois olhos carmim de fúria. — O povo anseia por paz, Majestade.
— E a vingança que prometi? O sangue que Phelix derramou covardemente precisa de justiça. Eu preciso de justiça e só com a morte dele a terei — esbravejou.
Sentado a direita do rei, Tristan, melhor amigo e braço direito de Cedric na guerra, colocou a mão no ombro dele.
— Também desejo justiça, mas por quanto tempo o povo aguentará?
Atônito, Cedric analisou Tristan, os olhos negros deslizando pelas feridas de guerra do amigo, profundas fissuras cortando toda pele do lado direito.
Aproveitando-se da calma temporária, a Feiticeira Dourada tomou a palavra.
— A escolha é sua, mas lembre-se de que a verdadeira coragem muitas vezes reside na busca pela paz, não na guerra interminável.
Apertando o punho da espada, Cedric ponderou as palavras dos três conselheiros que ajudavam Eszter a se reerguer. Era cético em relação às intenções de Phelix, e a perspectiva de casar com a filha do inimigo não o agradava. No entanto, seu povo merecia a tentativa. Se fosse uma armadilha mataria o rei e a princesa de Magdala sem misericórdia.
En los días siguientes, yo presenté mi renuncia formalmente a mi puesto en COSMO, era obvio que ahora volvería de nuevo a Elemental, por supuesto que Arturo tuvo que despedir a su antigua coordinadora, al parecer, ella se había enamorado, por lo que era imposible mantenerla dentro de la empresa, ambos quedaron como buenos compañeros de trabajo.Arturo tuvo reuniones con los socios, su mesa directiva y por supuesto con Bellini; la idea de aliar ambas empresas para poder enfrentarse a la competencia internacional fue algo que todos aceptaron y mi ex jefe parecía bastante cómodo con el proyecto de trabajar juntos, Arturo dice que por primera vez en su vida han estado de acuerdo en algo. Además de que el contrato que en un pasado les hizo firmar su padre, había sido roto, eso significaba que cada quien podría guiar su empresa como mejor le pareciera, sin querer arruinar la del otro, al contrario de lo que muchos podrían pensar, ellos parecían bastante aliviados y futuros proyectos entre C
SARAHSé que debí haberme acostumbrado hace mucho a verlo con alguien más, pero aquel beso fue como un recordatorio de algo que no tiene futuro: el tenerlo conmigo. Pensé que podía soportarlo, tontamente eso creí, pero simplemente mis pensamientos no hilvanaban. Aun cuando Sebastián trató de detenerme, le dije que me iría, que ya no podía soportar más dolor.Apenas llegué a mi departamento, me cambié de ropa y busqué los boletos, puse lista mi maleta. Los últimos tres días me había pensado todo esto, el único que sabía de mi plan era Sebastián, que parecía aceptarlo de buena manera, agradecía su apoyo para elaborar la propuesta y ahora mismo él debía estar conversando de eso con Arturo. Me alegraba que pudiera ayudarlo al final, con esto, el peso que tenía encima sería removido, todo quedaba resuelto y podía cerrar el ciclo.Aun cuando los planes salieron en estos tres días, la verdad es que desde hace mucho estaba viendo la posibilidad de irme a estudiar mi master a Estados Unidos, y
SARAH¿Con qué cara tenía el valor de enfrentarme? Él mismo me lo había dejado claro, esto fue un error, yo era su error. El corazón se me destruyó en pedazos, cuando lo observé con su novia en una situación tan acaramelada… yo no tenía cara para verlos. Lo que hicimos, fue un error, pero ¿Era totalmente mi culpa?—Sarah – la voz de Sebastián me trajo a la realidad – iremos a comer todos juntos a Égalité ¿Nos acompañas?—Sí, sí claro – contesté rápidamente, quitándome un mechón de cabello sobre la cara.Sebastián vino a mí, me tomo por los hombros y me insistió en que lo mirara.—¿Estás bien? – Preguntó algo preocupado.—Estoy perfectamente bien – le sonreí con esfuerzo, pero él me creyó y me devolvió la sonrisa.Antes de abandonar el recinto, miré sobre mi hombro y él ya no estaba.La comida con el equipo de producción me permitió despejar un poco los pensamientos que tenía acerca de lo sucedido, y sobre todo evitaron recordarlo. Durante estos últimos meses no había momento en que su
ARTUROAún no me creía que ella fuera la culpable de que todo se estuviera yendo al diablo, ¿Por qué? Ella no era ese tipo de persona, ¿Dónde quedó mi amable y confiable Sarah? Estaba en un estado de shock por la noticia, no lo podía asimilar, por primera vez me sentía bastante confundido y de no ser porque ella no lo había negado, ahorita todavía seguiría defendiéndola, pero ¿Por qué?—¿Quieres que te sirva un trago? — Escuché decirle a mi supuesta novia, mi administradora, la rubia despampanante que tenía delante de mí.—¿Qué haces aquí?—¿Crees que te iba a dejar solo en ese estado? — Dijo, dándose la vuelta y dirigiéndose al bar — de pronto al enterarte de que ella había sido, cambiaste en un abrir y cerrar de ojos.Olivia comenzó a servir whisky en dos copas con mano diestra.—Llegaste ahí queriendo moler a golpes a quien fuera el culpable, pero al enterarte que era ella, simplemente perdiste todos los ánimos, ¿Eres tonto o qué? Aún no me puedo creer que le hayas dado toda la in
Último capítulo