David estava no meio de uma videoconferência com investidores japoneses quando o celular particular vibrou sobre a mesa, e o número da mãe brilhou na tela. Um frio percorreu o corpo dele e no mesmo instante travou.
Ele pediu licença, saiu da sala de reuniões e atendeu no corredor.
— Filho! — a voz de Dona Isabella Martel soou animada, com aquele sotaque italiano que ganhou dos anos morando fora do país. — Estamos no aeroporto de Guarulhos. Eu e a Giulia. Acabamos de desembarcar.
David sentiu o