O galpão estava escuro e abafado, as paredes de concreto impregnadas com o cheiro de umidade e sujeira. O som dos nossos passos ecoava na imensidão do espaço vazio, enquanto as lâmpadas de luz fria piscavam intermitentemente, criando uma atmosfera ainda mais opressiva. Matia e Pietro seguiam atrás de mim, os olhos fixos no caminho à nossa frente, cientes do que viria. O peso da decisão pesava no ar, mas a determinação em meu peito me impedia de hesitar.
Dentro do galpão, dois homens estavam pres