O quarto de hospital estava aquecido, iluminado por uma luz suave que atravessava as cortinas brancas. O ar tinha o cheiro delicado de loção infantil misturado ao aroma limpo do ambiente. Harriet estava sentada na cama, o corpo ainda levemente frágil, mas seu rosto estava iluminado. Radiante. Nos braços dela, o bebê dormia tranquilamente, com as mãozinhas fechadas num punho pequeno demais para o mundo.
— Você está radiante, Harriet — eu disse, aproximando-me devagar, como se pudesse acordar