Eu estava encarando o teto quando Matt apareceu na porta, com aquela mesma expressão de quando tenta ser forte e falha miseravelmente. Os olhos dele me procuraram primeiro, depois minha barriga, depois voltaram para mim como se quisessem confirmar que eu ainda estava inteira.
— Você tá bem? — ele perguntou, já chegando perto.
— Eu tô… eu acho. Só tô com medo. Os bebês... — respondi sem rodeios, porque não havia mais espaço pra fingimento naquele quarto que cheirava a álcool e ansiedade.
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