Quando a terra respira nova vida, Montevino sorri.
O amanhecer que cobria Montevino naquele dia não era comum — havia algo nele que parecia pulsar. Uma luz suave, quase dourada, parecia querer tocar cada folha de videira com carinho, como se o próprio sol soubesse que aquele seria um dia que marcaria gerações.
As colinas toscanas, ainda envoltas em névoa, pareciam suspensas no tempo. O orvalho brilhava como pequenas estrelas presas às uvas que começavam a despontar novamente, anunciando um novo