O sol nascia devagar sobre Montevino, espalhando um véu de ouro por entre as videiras ainda úmidas de orvalho. A manhã tinha aquela luz suave que anunciava não apenas um novo dia, mas um novo tempo — como se a própria terra respirasse mais fundo, preparando-se para virar uma página.
A brisa leve atravessava o vinhedo, carregando o perfume das uvas maduras e das flores do Jardim de Isabella, agora completamente florido. Cada pétala parecia vibrar, como se contasse histórias. E, de certa forma, co