Luigi Mancini
O silêncio dentro da mansão Mancini nunca foi de paz; sempre foi o silêncio de quem espera o próximo tiro. Mas agora, esse silêncio tinha um peso diferente. Ele era frio, cortante, e vinha do quarto ao lado.
Eu estava sentado na poltrona do meu escritório particular, com um copo de uísque intocado na mão, observando as câmeras de segurança no meu monitor. Na tela quatro, eu via o portão da escola de Aurora. O Porsche que eu meu pai deu a ela continuava na garagem. Agora, ela ia e