Os dias seguintes foram de silêncio tenso. A rotina na mansão continuava inalterada — reuniões, telefonemas, vigilância constante —, mas havia algo diferente no ar. Um cheiro de pólvora ainda não disparada. Um pressentimento de que algo se aproximava.
Valentina mantinha a compostura, mas dentro dela, tudo fervia.
Giulia Romano agora era mais que um obstáculo: era uma ameaça viva, com uma dívida de sangue antiga. E como filha de Leonardo Vitale, não era apenas uma mulher ressentida — era herde