O alarme disparou às 3h14 da madrugada. Não foi um alerta físico, mas um sinal profundo, silencioso, que ressoou em todas as bases de dados da nova Cúpula de Vidro.
Francesca acordou com o pulso de seu implante neural latejando como um tambor. Levantou-se num salto. As paredes de seu quarto estavam acesas com notificações em vermelho.
Violação de protocolo nível alfa. Invasão silenciosa em camadas de armazenamento frio.
Camadas que, até então, deveriam estar isoladas.
Valentina recebeu a no