O salão dos espelhos pulsava com uma energia antiga, quase viva. Reflexos tremeluziam nas paredes de cristal, mostrando versões alternativas de Elena: em algumas, ela era lobo; em outras, guerreira, mãe, traidora, mártir. Cada espelho carregava uma possibilidade. Cada reflexo, uma escolha não feita.
Ao fundo, Lucas continuava preso. As runas gravadas em sua pele brilhavam num tom violeta, drenando sua energia. Ele tentava manter os olhos abertos, mas o feitiço de contenção era forte — e cruel.