Amber acordou cedo naquela manhã. Havia dormido abraçada à caixa com as cartas da mãe, como se o gesto pudesse prolongar o calor daquelas palavras por mais tempo. A brisa que entrava pela janela dançava suave pelas cortinas, e o sol filtrado anunciava um novo início. Pela primeira vez em anos, Amber sentia algo parecido com paz.
Depois de tomar um café da manhã leve na cozinha com Maria e Benjamin, Amber pegou um caderno e uma caneta. Subiu para o quarto, sentou-se junto à escrivaninha e começ