Amber tentou seguir com a rotina na faculdade, focar nas aulas, nos novos colegas, na vida que tanto sonhara em construir. Mas a lembrança da mensagem pulsava como uma segunda batida do seu coração. "Se escondendo de mim, coelinha?". Aquilo era um eco do passado que ela queria sepultar. Não podia mostrar medo. Não podia parecer frágil. Não agora.
Benjamin percebeu, é claro. Ela estava mais quieta, mais alerta, como se os olhos estivessem sempre escaneando o ambiente. Durante o café da manhã, e