O sol ainda nem havia nascido quando Amber despertou. A noite anterior parecia um borrão: os faróis cortando a escuridão, os olhos frios de Eliano, o som das armas sendo erguidas, a voz firme de Wallace, o calor da mão de Benjamin apertando a sua enquanto tudo acontecia. E agora... o silêncio.
Na cozinha da mansão Willivam, o aroma de café recém-passado preenchia o ar. Amber, vestida com o moletom largo que usava para dormir, descia as escadas como quem carrega um mundo nas costas. Encontrou M