O primeiro amanhecer no retiro chegou com o som constante da água, como se a própria terra respirasse. Clarice acordou antes que Tasmira viesse chamá-la, sentindo o corpo surpreendentemente leve, mas a mente inquieta. Não havia janelas voltadas para o mundo externo — apenas uma pequena abertura no alto, por onde um fio de luz prateada ainda escorria, resquício da lua que partia.
Ao abrir a porta do quarto de pedra, encontrou Mavinne aguardando com uma jarra de barro fumegante. — Chá de raiz de