O amanhecer chegou silencioso, tingindo o céu de tons suaves de prata e rosa. A névoa se arrastava rente ao chão, como se quisesse acompanhar Clarice até o portão leste da matilha. Ares estava lá, parado, braços cruzados, como se lutasse entre deixá-la ir e simplesmente colocá-la de volta no quarto.
Tasmira já a aguardava, com um manto cinza sobre os ombros e um feixe de ervas presas por um cordão de couro. — É hora, minha criança. — Sua voz soou grave, mas sem dureza. — O ciclo da purificação